Mais exercícios e menos antidepressivos

O exercício estimula o cérebro emocional, diminuindo os pensamentos obscuros causados pela depressão, inflama o sistema imunológico promovendo a proliferação das células assassinas naturais chamadas de defesas do organismo, melhora a variabilidade cardíaca e estimula o sistema nervoso parassimpático, o nosso “breque” que nos mantem tranquilos facilitando o corpo exercer suas funções de regeneração.

Em 03/06/2021 16:38
Atualizado em 03/06/2021 16:46

Reportagem por Dan Amaral Fisioterapia

Mais exercícios e menos antidepressivos

É provável que em algum momento da sua vida já tenha ouvido dizer que pessoas ativas são mais saudáveis e consequente adoecem com menor frequência.

A depressão tem sido descrita como o mal do século, o estilo de vida da grande maioria coloca a prova a saúde continuamente, não há mais uma preocupação na manutenção dessa máquina que se chama “corpo”, apenas, aceleração e desgaste. O corpo precisa literalmente se virar nos 30 para fazer o processo de negantropia (regeneração), lembrando que esse processo ocorre a noite enquanto o corpo descansa pois, durante o dia o processo de entropia (destruição) fica em atividade principal.  Ambos, constituem um processo biológico do corpo.  

Somos uma máquina perfeita com alta durabilidade e rentabilidade, digna de muitos aplausos pois jamais terá concorrência, nunca haverá nada tão perfeito em termos de funcionalidade. Contudo, para que se tenha efetividade dessas funções é preciso destinar tempo para fazer as manutenções necessária, e para isto existe inúmeros profissionais por se tratar da mais complexa máquina existente na face da terra.

Dentre os sistemas mais complexos do corpo o sistema límbico (nosso cérebro emocional) se destaca por apresentar inúmeros efeitos sobre a imunidade, variabilidade cardíaca, pressão arterial, alterações comportamentais e o estado de saúde em geral.

Portanto saibamos que para enfrentar o mal do século há um remédio que é capaz de resgatar nossa autoestima, melhorar a imunidade e saúde de forma geral sem custo elevado, o maior custo é a sua dedicação e a disponibilidade mínima de 20 minutos 3 vezes por semana de exercícios, isto já basta para afetar o cérebro emocional.

A questão é que o cérebro emocional possui receptores para endorfinas, e essas moléculas que são produzidas pelo cérebro são muito semelhante ao ópio e seus derivativos, tais como a morfina e a heroína. O ópio tem um efeito poderoso sobre as emoções, e é o mais poderoso antídoto para dores causada pela separação e luto. Em contrapartida, o ópio provido de medicação e usado demasiadamente, tornam os receptores menos sensíveis e causam dependência tendo que ajustar a dose sistematicamente. Como consequência ocorre a perda dos prazeres da vida, incluindo desde a alegria em estar entre amigos como o sexo e a alegria de viver.

Já o ópio produzido através do exercício físico age inversamente ao medicamentoso, quanto maior o estimulo natural, mais sensível os receptores se tornam e o aumento do prazer e vitalidade não somente para o sexo como para a vida no sentido geral aumentam consideravelmente. Essencialmente, a satisfação pelo que deseja e notória.

O exercício estimula o cérebro emocional, diminuindo os pensamentos obscuros causados pela depressão, inflama o sistema imunológico promovendo a proliferação das células assassinas naturais chamadas de defesas do organismo, melhora a variabilidade cardíaca e estimula o sistema nervoso parassimpático, o nosso “breque” que nos mantem tranquilos facilitando o corpo exercer suas funções de regeneração.

São inúmeros os benefícios dos exercícios para o nosso corpo e suas funções, mesmo assim permanecemos indisciplinados para tal, sim pois poucos de nós temos essa memória positiva guardada no inconsciente e, portanto, é preciso ser determinado para criar uma memória consciente, isto exige tempo, dedicação, regularidade e vontade o que muitas vezes é a barreira patológica de muitos.

A realidade é que em algum momento você precisa se desafiar por amor a si mesmo, comece suavemente, estudos comprovam que vinte minutos de exercícios três vezes por semana é o suficiente para afetar o cérebro emocional, a intensidade deve ser mantida a ponto de conseguir falar, mas não cantar, deste modo será atingido o nível visceral e os benefícios serão maiores. Porém, quanto mais severos os sintomas de depressão e ansiedade mais regulares e intensos deve ser os exercícios, sempre seguindo orientação de um profissional adequado e sendo fiel a regularidade. Os estudos ainda ressaltam que atividades em grupo são muito mais eficazes e benéficos do que os individuais devido o incentivo ou o exemplo a seguir.

De fato, os melhores remédios para a saúde são tão simples e eficazes que a maioria de nós ignoramos.

Caso esteja querendo melhorar sua autoestima, vitalidade e não encontra motivação. Procure um profissional da fisioterapia que possa lhe atender com a técnica de MICROFISIOTERAPIA, através dela é possível estimular o corpo a retomar a vitalidade melhorando dos mais diversos sintomas físicos e comportamentais, a partir disso fica mais fácil a mudança de habito e aderir uma atividade do seu gosto que melhore todos os sistemas que compõe nosso corpo, mente e espirito.

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